segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Reflexão da aula 07/10/2008


As oficinas de paginas web e Imagem vetorial, nos deram uma dimensão maior dos instrumentos que podemos utilizar para enriquecer os trabalhos pedagógicos, principalmente nas salas de aula. O como fazer nos deixa livres para criar novas formas de disseminar o conhecimento.

Reflexão da aula 30/09/2008


Algumas vezes meus filhos me perguntaram como a imagem da televisão e o som do radio chegavam nos aparelhos, ou como saiam das antenas e chegavam nas antenas de nossas casas, para mim era fácil responder estes questionamentos devido a minha formação em técnica de telecomunicações, mas quando perguntavam como o programa era feito, ou e se o ator errar como faz para concertar a cena e os efeitos sonoros dos programas de radio? Bom estas eram sempre mais dificeis pois eu mesmo não sabia. Quantas vezes vi um video ou ouvi um programa de radio e me perguntei como se fazia os cortes, como se colocava as trilhas musicais, os efeitos sonorosEtc. E sabendo as respostas, me vem a cabeça a infinidade de coisas que podemos elaborar com estes instrumentos e como são importantes numa área como a educação.
Pesquisei na internet e entrei na pagina www.eca.usp.br/prof/moran/video.htm onde tem um artigo muito interessante do professor Jose Manuel Moran muito interessante a respeito e ele diz: " Finalmente a televisão e o vídeo estão chegando à sala de aula. E deles se esperam, como em tecnologias anteriores, soluções imediatas para os problemas crônicos do ensino-aprendizagem.TV e vídeo ajudam o bom professor, atraem os alunos, mas não modificam substancialmente a relação pedagógica.Aproximam a sala de aula das linguagens e temas do cotidiano da sociedade urbana, mas também introduzem problemas para o processo de ensino-aprendizagem."

Reflexão da aula 23/09/2008

Inclusão parece ser a palavra da vez, fala-se em inclusão social, inclusão digital, inclusão de portadores de deficiencia, as cotas que também é uma forma de inclusão, e por aí vai. Todas essas inclusões não seriam necessárias se houvesse a valorização do cidadão, para que este exercesse a sua cidadania com dignidade e respeito. Se assim o fosse ele estaria incluido na sociedade, teria acesso às tecnologias e não precisaria se cadastrar em cotas para frequentar as universidades.
A inclusão digital me parece dirigida aos jovens deixando de fora os maiores de 50, quando estou com amigos da minha idade e falo de blog, forum, listas, msn, orkut etc, eles dizem que pareço adolescente e aí concluo: Eles fazem parte da exclusão digital, não porque não tem condições financeiras ou não tem cultura, mas porque estão fora mesmo, estão fora até dos programas de inclusão.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Reflexao de 16/09/2008

A internet como espaço democratico universal tranterritorial que permite a socialização da cultura e do conhecimento global e ainda a convergencia das tecnologias digitais onde tudo é de e para todos. Aí entra tambem o creative commons que é uma forma de licença autoral que permite o uso social (ser divulgado ou reproduzido para uso próprio) e veda o uso comercial (reprodução para venda). A autoria criativa com pessoas que não se conhece, é possível se utilizando das varias tecnologias disponibilizadas pela internet e validado pelo Creative commons, assim produzir uma obra seja ela uma musica, um livro pode ser feito de forma compartilhada com custos bem baixo e com a possibilidade de ser disponibilizado a todos.

Reflexão da aula 02/092008

Entender a Cibercultura como lugar onde todas as comunidades podem partilhar seus conhecimentos, amplia nossa percepção de mundo e redefine a capacidade que temos de imaginar, de exploraro universo real e virtual.
Mudei a ideia que tinha sobre as universidades "virtuais" lendo o texo de Pierre Levy , tanto quanto a sua infra estrutura quanto a disseminação do conhecimento, pois como ele mesmo define, trata-se de "uma situação de troca generalizada de sabares" .

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Reflexão 09/09/2008

Estamos deixando de ser refens da Microsoft e enfim temos a liberdade para estudar, alterar, redistribuir e usar um software, desmistificando a utilização do software livre. Sendo assim me pergundo: Como as grandes empresas (leia-se a Microsoft) está se relacionando com esta nova forma de lidar com a informação e o conhecimento? Porque a mídia o vê como algo que é ruim e não funciona? Qual o impacto na educação? Trata-se por um lado de uma ameaça aos poderosos proprietários de software e por outro da disseminação de softwares que todos podem adquirir sem estamos atrelados aos seus distribuidores. E a mídia já o está divulgando, no programa Pequenas Empresas Grandes Negocios de 28/09/08 um dos quadros foi sobrea utilização de software livre nas empresas, resultando em baixos custos, fácil acesso e boa qualidade do produto. E na Educação vai dar flexibilidade, facil acesso, e permitir se colocar em prática com eficacia e eficiencia os projetos de inclusão digital e alfabetização digital.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Reflexões sebre a aula de 26/08 / Entrevista com Steven Johson - programa Roda Viva

Diversos aspectos me chamaram atenção na entrevista: a defesa do Sr. Steven johson sobre o uso da tecnologia pelos jovens e como isso favorece seu desenvolvimento intelectual. Sobre o que é oferecido como atividades (cardápio) a estas crianças para que usem a tecnologia como instrumento deste desenvolvimento. Muito pertinentes suas colocações que me fizeram refletir sobre as muitas vezes que discuti com meus filhos sobre o tempo que ficavam nos jogos e nos sites de chat.
No segundo momento da aula abrimos a discussão baseada na entrevista e nos textos: A práxis pedagógica presente e futura e os conceitos de verdade e realidade frente às crises do conhecimento científico no século XX, de Maria Helena Bonilla e Cibercultura de Pierre Levi. Não foi dificil avaliar e concluir o quanto a visão mundo da escola está distanciada da visão mundo do aluno, são mundos distantes e distintos que não se comunicam não há trocas, o conhecimento não viaja entre eles.